Rota do Sossego no percurso do fomento do turismo nacional

O representante da Sogrape, José Carlos Gomes, vaticinou a criação de centenas de novos postos de trabalho no ramo da Hotelaria e Turismo, em virtude do lançamento, nesta quarta-feira, em Luanda, da receita edição da “Rota do Sossego”, uma iniciativa enquadrada no Programa de Desenvolvimento do Sector do Turismo.

A “Rota do Sossego” representa uma promoção e oportunidade concedida aos amantes da gastronomia de percorrer 16 restaurantes ao preço de 5.000 kwanzas, por intermédio do acesso a um ‘passaporte’ que os habilita a ganhar prémios ao longo do seu percurso.

Sob o lema “Na Cidade e Na Praia Também há Sossego” o programa a decorrer de 21 do presente (hoje) até 21 de Março contempla restaurantes e resorts localizados na Ilha de Luanda, Mussulo, Morro Bento, Talatona, Corimba, Cabo Ledo, Maianga, Ingombota e Baixa de Luanda, onde os cidadãos podem desfrutar de serviços de alto padrão, alimentação e vinhos com recurso à tecnologia digital e-Kwanza para o pagamento, no quadro do Programa de Desenvolvimento de Tecnologias de Pagamento do Banco Nacional de Angola (BNA).

De acordo com José Carlos Gomes, a presente edição tem como novidade o alargamento do consumo em Cabo Ledo, com vista a aumentar o fluxo do turismo gastronómico, de modo que as pessoas viajam e descubram Angola, tenham experiência não só no meio urbano mas também noutros pontos, para desfrutar, em particular, o turismo sol e mar.

A possibilidade de criar um expressivo número de empregos, na visão do gestor, é muito grande, pois quanto mais dinâmicas as pessoas trazem para os restaurantes, para resorts, mais necessidade de pessoas especializadas nos diversos servidos afins, o que implica a necessidade de formação de jovens para uma carreira consolidada.

“Nós formamos as pessoas, educamos, convidamos as pessoas a fomentar, por isso queremos mais pessoal com educação vínica e mais momentos de consumo com mais liberdade, mais viagem de maneira a desenvolver ou turismo nacional”, disse.

O responsável recordou que o sector do Turismo é uma das grandes apostas do Executivo angolano e ao sublinhar Angola tem uma costa lindíssima, um interior fantástico, províncias e pessoas lindas e afáveis que conferem ao país as características ideais para fazer do Turismo uma fonte de receitas sustentável.

“Nós, enquanto promotores desta rota do sossego e criadores viemos ajudar no desenvolvimento destes pontos de venda, destas localidades para que existam dinâmicas e pretextos acessíveis e com baixos preços para visitar, seja em que localidade do país for”, disse.

Questionado sobre o número de empregos, reiterou que “se trata de um dado que podemos calcular em função do fluxo que a rota possa provocar, ou seja, caso haja uma demanda grande nos postos de venda nas casas, restaurantes ou resorts, todos proprietários deverão estar preparados para receber as pessoas, o que significa dizer que tem que ter recursos humanos disponíveis para satisfazer os clientes finais.

O balanço das edições anteriores, frisou o gestor, é muito positivo, razão pela qual já está em curso a terceira edição, caso não houvesse sucesso, não seria possível realizar pela terceira vez consecutiva.