{"id":7128,"date":"2023-07-04T09:12:47","date_gmt":"2023-07-04T09:12:47","guid":{"rendered":"https:\/\/angolanembassy-nga.ao\/?p=7128"},"modified":"2023-07-04T09:12:47","modified_gmt":"2023-07-04T09:12:47","slug":"quase-todos-os-caminhos-vao-dar-ao-corredor-do-lobito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/angolanembassy-nga.ao\/?p=7128","title":{"rendered":"Quase todos os caminhos v\u00e3o dar ao Corredor do Lobito"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Foi apenas em 1931 que chegou ao Lobito o primeiro carregamento de cobre do Katanga, mas a ferrovia que permitiu trazer as riquezas do ent\u00e3o Congo Belga, hoje Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo, nasceu de uma lei portuguesa de 1899.<\/strong><br><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0 frente do projecto estava o escoc\u00eas Robert Williams, que fora amigo de Cecil Rhodes e que percebeu as vantagens do Caminho-de-Ferro de Benguela: para os portugueses permitia ligar a costa angolana&nbsp;&nbsp;ao Planalto Central e mais al\u00e9m ainda \u00e0 prov\u00edncia do Moxico; para os belgas, dava-lhes um&nbsp;&nbsp;acesso bem mais curto ao Atl\u00e2ntico que via o seu pr\u00f3prio territ\u00f3rio quase&nbsp;&nbsp;sem sa\u00edda mar\u00edtima; e para os brit\u00e2nicos, atrav\u00e9s de uma liga\u00e7\u00e3o \u00e0 sua pr\u00f3pria rede ferrovi\u00e1ria nas duas Rod\u00e9sias, permitia tamb\u00e9m escoar os min\u00e9rios extra\u00eddos da&nbsp;&nbsp;actual Z\u00e2mbia.<\/p>\n\n\n\n<p>As obras terminaram em 1929, com os carris a ligarem o Lobito, da costa, ao Luau, na fronteira, a estenderem-se&nbsp; ao longo dos 1301 quil\u00f3metros. Mas, as tr\u00eas d\u00e9cadas que tardaram a conclui o projecto mostram bem as dificuldades encontradas.<\/p>\n\n\n\n<p>Por um lado,&nbsp; a Primeira Guerra Mundial, tamb\u00e9m travada na \u00c1frica Austral, obrigou a parar tudo bem mais que os quatros anos que o conflito durou. Por outro, as zonas montanhosas e os v\u00e1rios rios pelo caminho obrigaram&nbsp; a alguns feitos de engenharia e \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de pontes espectaculares que ainda fazem parte da paisagem angolana.<\/p>\n\n\n\n<p>Os custos acabaram por&nbsp; ser elevad\u00edssimos, mas nada que se comparasse com os dividendos obtidos com o transporte de mercadorias. Na \u00e9poca, o transporte de passageiros era secund\u00e1rio, pois os min\u00e9rios eram os reis, mas havia carruagens com v\u00e1rios n\u00edveis de conforto.<\/p>\n\n\n\n<p>Com as suas variantes, o Caminho-de-Ferro de Benguela atingiu um m\u00e1ximo de 1679 quil\u00f3metros e a caminho das fronteiras da actual Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo passava por cidades como Benguela, Lobito, Cubal, Ca\u00e1la Cuito e Luau, esta \u00faltima, ent\u00e3o, chamada Vila Teixeira de Sousa, nome dado pelos colonialistas portugueses, que tamb\u00e9m chamavam Nova Lisboa ao Huambo, revelando ambi\u00e7\u00f5es de capital para&nbsp; esta grande terra do Centro de Angola. A \u00faltima extens\u00e3o da ferrovia foi feita j\u00e1 nos anos de 1970, em v\u00e9spera da independ\u00eancia.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com uma concess\u00e3o&nbsp; de 99 anos, os Caminhos-de-Ferro de Benguela, com a sua sigla CFB nas locomotivas, tiveram de ser imaginativos para arranjarem combust\u00edvel para os comboios. E foi brilhante a ideia&nbsp; de comprar da Autr\u00e1lia sementes de eucaliptos de crescimento ultra-r\u00e1pido.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Criou-se, ent\u00e3o, em terras&nbsp; angolanas, a maior planta\u00e7\u00e3o privada de eucaliptos do mundo, ocupando cerca de 37 mil hectares.<\/p>\n\n\n\n<p>Para alimentar as locomotivas do CFB durante um ano, chegavam a ser&nbsp; queimadas 570 mil toneladas, o que deixava&nbsp; ao longo do caminho um cheiro que se tornou parte&nbsp; do mito deste caminho-de-ferro&nbsp; africano.<\/p>\n\n\n\n<p>Os&nbsp;&nbsp; servi\u00e7os de&nbsp; escoamento de min\u00e9rios de pa\u00edses como a Z\u00e2mbia e a Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo (antigo Congo) at\u00e9 ao Porto do Lobito e daqui para exporta\u00e7\u00e3o representavam mais de 60% da receita da companhia.Era no tempo em que os min\u00e9rios eram essencialmente derivados das riqu\u00edssimas minas da ent\u00e3o chamada zona do Cintur\u00e3o de Cobre da \u00c1frica Central, compostas pelas regi\u00f5es mineiras da prov\u00edncia de Copperbelt (Z\u00e2mbia) e das ent\u00e3o prov\u00edncias do Alto Catanga e Lualaba (RDC), considerada a mais importante de \u00c1frica,&nbsp; mas que tamb\u00e9m produzia cobalto, estanho, r\u00e1dio, tendo inclusive a ser respons\u00e1vel por&nbsp; 60% da produ\u00e7\u00e3o mundial de ur\u00e2nio e por 80% dos diamantes industriais.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta \u00e9poca dourada do CFB, que seria&nbsp; respons\u00e1vel pelo desenvolvimento de Benguela e Huambo, que s\u00f3 foi interrompido em 1975&nbsp; por uma &nbsp;guerra civil que havia de durar aproximadamente quatro d\u00e9cadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Volvidos 50 anos,&nbsp; a concess\u00e3o do Corredor do Lobito parece pretender&nbsp; voltar a conferir ao CFB o seu velho estatuto: ser o maior e mais importante modal do tipo em Angola.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Contrato elaborado<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ao contr\u00e1rio do que sucedeu na \u00e9poca colonial, n\u00e3o ser\u00e3o as empresas pequenas a marcar o ritmo das concentra\u00e7\u00f5es. Esta \u00e9 uma concess\u00e3o mais sustentada, com uma previs\u00e3o de opera\u00e7\u00f5es de maior dimens\u00e3o,<\/p>\n\n\n\n<p>O contrato celebrado pelas partes traz expectativas de mudan\u00e7as estruturais a m\u00e9dio e a longo prazos. O cons\u00f3rcio vai assumir segmentos por demais carentes, como os da explora\u00e7\u00e3o, opera\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de transporte ferrovi\u00e1rio e mercadorias, al\u00e9m de toda a infra-estrutura existente ao longo do Corredor. Dever\u00e3o ser investidos 256.039.095 d\u00f3lares em infra- estruturas, 73.396.479 d\u00f3lares em equipamentos e material circulante e um valor adicional&nbsp; correspondente a 4.345,235 d\u00f3lares em actividades diversas.<\/p>\n\n\n\n<p>Outros n\u00fameros relevantes dizem respeito \u00e0s previs\u00f5es do transporte de carga, que apontam para 1.677,70 toneladas nos primeiros cinco anos de concess\u00e3o, 2.982,31 no 10\u00ba ano e 4.979,23 toneladas no 20\u00ba e 30\u00ba anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Desse modo, numa modalidade equivalente a uma renda, o&nbsp; Estado angolano deve arrecadar at\u00e9 dois mil milh\u00f5es de d\u00f3lares&nbsp; em receitas, pagos em tr\u00eas fases separadas por dez anos, sendo a primeira de 319 milh\u00f5es de d\u00f3lares, a segunda 787 milh\u00f5es de d\u00f3lares e a \u00faltima de 919 milh\u00f5es de d\u00f3lares.<\/p>\n\n\n\n<p>O Corredor do Lobito faz parte de uma rede&nbsp; ferrovi\u00e1ria transcontinental com uma extens\u00e3o de 1.866 quil\u00f3metros, 1.344 dos quais dentro de Angola \u2013 entre Lobito e Luau &#8211; dando acesso \u00e0 parte mais interior do pa\u00eds e da RDC. Em Tenque, encontra-se ligado aos sistemas ferrovi\u00e1rios da RDC, mais propriamente ao Dilolo,&nbsp; e daqui para a&nbsp; Z\u00e2mbia, atrav\u00e9s deste \u00faltimo, chega \u00e0s cidades da Beira (Mo\u00e7ambique) e de a Dar-es-Salaam (Tanz\u00e2nia), tr\u00eas pa\u00edses virados para o Oceano \u00cdndico.<\/p>\n\n\n\n<p>Se \u00e9 verdade, como avan\u00e7am os executivos da Tanz\u00e2nia-Z\u00e2mbia Railway Authority (Tazara), que os&nbsp; grandes portos de Momba\u00e7a (Qu\u00eania), Durban (\u00c1frica do Sul) e Dar-es-Salaam (Tanz\u00e2nia) est\u00e3o quase saturados por causa do escoamento dos minerais provenientes, principalmente, da RDC para as pot\u00eancias orientais \u2013 obrigando inclusive a&nbsp; constru\u00e7\u00e3o de novos portos como o de Lamu, no Qu\u00e9nia, ou o de Bagamoyo, no Norte de&nbsp; Dar- es-Salaam, tamb\u00e9m \u00e9 certo que o Corredor do Lobito se afigura como alternativa, factos que constituem boas not\u00edcias para os empres\u00e1rios, que j\u00e1 esfregam as m\u00e3os perante novas e apetitosas oportunidades de neg\u00f3cios e para os banqueiros que se preparam para trabalhar dias a fio em opera\u00e7\u00f5es de engenharia financeira.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foi apenas em 1931 que chegou ao Lobito o primeiro carregamento de cobre do Katanga, mas a ferrovia que permitiu trazer as riquezas do ent\u00e3o Congo Belga, hoje Rep\u00fablica Democr\u00e1tica<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7129,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_rishi_post_view_count":266},"categories":[13],"tags":[],"class_list":["post-7128","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-politica","rishi-post"],"rishi__cb_customizer_meta":"","comments_count":"0","yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.6 - 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