{"id":4330,"date":"2022-11-18T06:33:01","date_gmt":"2022-11-18T06:33:01","guid":{"rendered":"https:\/\/angolanembassy-nga.ao\/?p=4330"},"modified":"2022-11-18T06:33:03","modified_gmt":"2022-11-18T06:33:03","slug":"as-privatizacoes-e-a-estabilidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/angolanembassy-nga.ao\/?p=4330","title":{"rendered":"As privatiza\u00e7\u00f5es e a estabilidade"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>H\u00e1 mais de trinta anos, com a abertura democr\u00e1tica e a consequente mudan\u00e7a do sistema econ\u00f3mico, o Estado tinha dado in\u00edcio do at\u00e9 agora processo de privatiza\u00e7\u00e3o e aliena\u00e7\u00e3o da gest\u00e3o de empresas e activos p\u00fablicos a favor de entes privados.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo das tr\u00eas d\u00e9cadas, com toda a complexidade que envolvia a realidade das empresas por privatizar, a cultura laboral herdada do monopartidarismo e os desafios relacionados com a perspectiva de uns&nbsp;&nbsp;se tornarem patr\u00f5es e de outros passarem a trabalhar para privados pela primeira vez, geraram os mais variados debates na sociedade. Por um lado, alguma corrente, \u00e1vida do capitalismo a qualquer pre\u00e7o, &#8220;vendia\u201d a ilus\u00e3o baseada na ideia de que &#8220;o Estado era problema e que o privado solu\u00e7\u00e3o\u201d, um mito desmistificado sobretudo com a crise econ\u00f3mica e financeira que o mundo assistiu em 2008 e seguintes, em que o Estado foi chamado, em muitas partes do mundo, a &#8220;acudir\u201d o sector privado.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a outra parte, mais prudente e com os p\u00e9s bem assentes na realidade angolana, al\u00e9m de defender a necessidade de o Estado preservar o seu dom\u00ednio absoluto ou relativo em empresas estrat\u00e9gicas, devia-se&nbsp;&nbsp;caminhar com toda a seguran\u00e7a que o processo envolvia, tal como procura fazer o Estado angolano.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, se olharmos para tr\u00e1s e avaliarmos o quanto o Estado ganhou com o processo inicial de privatiza\u00e7\u00e3o, iniciado nos anos 90 do s\u00e9culo passado, daremos conta de que nem sempre correu bem, sobretudo quando medimos em termos quantitativos e qualitativos o n\u00famero de empresas que, depois de passarem para o privado, poucas tiveram continuidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas ainda assim e partindo do princ\u00edpio que ser\u00e1 um processo que nem sempre correr\u00e1 necessariamente bem, o importante \u00e9 que, de caminhada em caminhada, se aprendam as melhores li\u00e7\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Desde h\u00e1 algum tempo, sobretudo nos \u00faltimos anos e meses, o processo ganhou uma din\u00e2mica vis\u00edvel, em que o Estado ganhou milhares de milh\u00f5es de kwanzas com a privatiza\u00e7\u00e3o de empresas e activos, num cont\u00ednuo esfor\u00e7o decorrente da necessidade de &#8220;destatiza\u00e7\u00e3o\u201d de largas esferas da economia, um ganho para os privados, para as fam\u00edlias e para a rep\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao lado das boas inten\u00e7\u00f5es do Estado, que pretende deixar de ser, em muitas esferas, omnipotente e omnipresente, h\u00e1 tamb\u00e9m situa\u00e7\u00f5es que podiam&nbsp;&nbsp;ser devidamente acauteladas, nomeadamente a forma como decorre a passagem de m\u00e3os do Estado para o privado.<\/p>\n\n\n\n<p>E exemplos n\u00e3o faltam de processos de privatiza\u00e7\u00f5es que podiam ser mais bem geridos, inclusive para evitar derrapagens, incompreens\u00f5es e sobretudo alguma instabilidade na economia de uma maneira geral.<\/p>\n\n\n\n<p>Por exemplo, a privatiza\u00e7\u00e3o do Banco de Com\u00e9rcio e Ind\u00fastria (BCI), que j\u00e1 data de alguns meses, est\u00e1 a produzir efeitos que, independentemente das raz\u00f5es e explica\u00e7\u00f5es e at\u00e9 do direito que assiste ao &#8220;novo dono\u201d do banco, podiam ser acautelados e evitados. \u00c9 verdade que o novo propriet\u00e1rio do BCI, \u00e0 luz das cl\u00e1usulas que envolveram a aquisi\u00e7\u00e3o da institui\u00e7\u00e3o, tem todo o direito de proceder como bem entender para tornar o banco rent\u00e1vel, mas os moldes e efeitos que produzem o encerramento de balc\u00f5es em determinadas localidades, para colocar os clientes a deslocarem-se grandes dist\u00e2ncias, podiam ser mais bem articulados e geridos.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o seria exagerado, da parte do Estado, exigir, no processo de negocia\u00e7\u00e3o e venda, prazos m\u00ednimos ou modalidades vantajosas para determinados procedimentos, como, por exemplo, o encerramento de balc\u00f5es e despedimentos dos colaboradores.<\/p>\n\n\n\n<p>Diz-se que a referida institui\u00e7\u00e3o banc\u00e1ria adoptou uma s\u00e9rie de medidas que t\u00eam como fim \u00faltimo alcan\u00e7ar a satisfa\u00e7\u00e3o dos clientes, que s\u00e3o o maior activo, mas a realidade em prov\u00edncias como Cuanza-Norte e Benguela, apenas para mencionar estas, leva a in\u00fameras interroga\u00e7\u00f5es, baseadas inclusive nos comunicados exarados pelo pr\u00f3prio BCI. .<\/p>\n\n\n\n<p>Por exemplo, um comunicado do BCI, no Cuanza-Norte, orientando os procedimentos a serem observados com o encerramento de depend\u00eancias, dizia o seguinte: &#8220;assim sendo, informa que a partir do dia 7 de Novembro de 2022, ficam encerradas, de forma definitiva, as ag\u00eancias de Ndalatando, munic\u00edpio de Cazengo e Dondo (Cambambe), situadas na prov\u00edncia do Cuanza-Norte. Contudo, para manter a continuidade da rela\u00e7\u00e3o, todos os clientes dos balc\u00f5es em quest\u00e3o ter\u00e3o as contas domiciliadas na prov\u00edncia de Malanje\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Como ter os clientes como &#8220;maior activo\u201d e &#8220;satisfeitos\u201d com o encerramento de balc\u00f5es e obrig\u00e1-los a deslocarem-se do Cuanza-Norte para Malanje para efectuarem opera\u00e7\u00f5es banc\u00e1rias que, com os encerramentos das depend\u00eancias locais, deviam ter alternativa na pr\u00f3pria prov\u00edncia?<\/p>\n\n\n\n<p>O que sucede no Cuanza-Norte ocorre noutras prov\u00edncias e munic\u00edpios, uma situa\u00e7\u00e3o que o BCI devia e deve acautelar, sob pena de, al\u00e9m de p\u00f4r em causa a confian\u00e7a e credibilidade junto dos clientes, impactar negativamente na economia das fam\u00edlias e empresas.<\/p>\n\n\n\n<p>Queremos acreditar que o Estado e o &#8220;novo dono\u201d do BCI estejam a retirar as melhores li\u00e7\u00f5es do processo de privatiza\u00e7\u00e3o daquele banco que, como se espera, n\u00e3o venha levar as pessoas a conclu\u00edrem que &#8220;est\u00e1 pior agora nas m\u00e3os do privado\u201d. Esperemos que o processo em curso, nesta fase inicial, com o &#8220;novo dono\u201d sirva para que os resultados atendam a economia nacional, os clientes e que sejamos capazes todos, enquanto partes do Estado, a retirar as melhores li\u00e7\u00f5es com os processos de privatiza\u00e7\u00e3o porque a l\u00f3gica segundo a qual o Estado representa problema e o privado solu\u00e7\u00e3o come\u00e7a tamb\u00e9m ser desmistificada. Uma narrativa, muito presente nos processos de privatiza\u00e7\u00e3o das empresas em Angola, envolve sempre a chuva de informa\u00e7\u00e3o sobre despedimentos, realidade que ocorre sempre que alguma empresa \u00e9 privatizada. \u00c9 verdade que a maioria das empresas p\u00fablicas possuem uma for\u00e7a de trabalho excedent\u00e1ria, cuja (im)produtividade n\u00e3o deve ser apenas questionada com base nos n\u00fameros, mas igualmente na maximiza\u00e7\u00e3o dos resultados com o seu trabalho. \u00c9 expect\u00e1vel que o Estado, na condi\u00e7\u00e3o vantajosa em que negoceia a privatiza\u00e7\u00e3o do que \u00e9 seu, e sem preju\u00edzo das iniciativas e inten\u00e7\u00f5es do &#8220;novo dono\u201d, oriente no sentido da preserva\u00e7\u00e3o da estabilidade das empresas, dos empregos\u00a0\u00a0e da economia. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 mais de trinta anos, com a abertura democr\u00e1tica e a consequente mudan\u00e7a do sistema econ\u00f3mico, o Estado tinha dado in\u00edcio do at\u00e9 agora processo de privatiza\u00e7\u00e3o e aliena\u00e7\u00e3o da<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_rishi_post_view_count":235},"categories":[20],"tags":[],"class_list":["post-4330","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao","rishi-post","no-post-thumbnail"],"rishi__cb_customizer_meta":"","comments_count":"0","yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.6 - 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